sábado, 22 de dezembro de 2012

Oh perfeição!



Poucas as vezes que ti vi de perto
Não consigo explicar o que sinto
Nem mesmo consigo escrever.
Que diacho de sentimento é esse?
Tudo que sinto expresso nas palavras
Mas esse sentimento é forte demais
Não fui capaz.
Pra eu dizer tudo, escreveria um livro
E mesmo com livro, não caberia tudo.
Esse sentimento tem que ser vivido
E pra ser vivido, tem que ser querido.
Eu quero que seja vivido, querido e curtido.
Mas eu quero mesmo é que tu queiras tê-lo comigo.
Tuas palavras pra mim são como poesias de primeira categoria
Tua voz tão macia que soa como minha música favorita
E tua presença, ahh tua presença!
É como a melhor sensação que já tive.

Hipocrisia, amor e indiferença.



Tu á trata com tanta indiferença
E depois vem dizendo que conhece o amor
Para eu que olho de fora
Tuas falas saem uma hipocrisia só.
Se tu realmente gosta dela
Tente mostrar, nem precisa falar.
Ela é insegura e medrosa, eu sei.
Pra você deve ser difícil.
Mas se tentasse diferente
Ela às vezes, quem sabe,
Cederia pra você.  

AMOR, PAZ, FÉ.



Falam do amor
De uma forma tão linda
Que ninguém sequer pensa na dor
Mas eu na minha fé e paz interior
Penso e reflito essa dor.
Não é uma dor que te machuca
Como uma ferida
É uma dor que você não sabe explicar
É o vazio de não ter o que falar.
É algo que você quer sarar,
Mas ao mesmo tempo não faz nada pra mudar
Quando está doente tua mãe da um remédio,
E logo tu sabes que vai passar.
Quando está amando...
Ah tua mãe é que não pode fazer nada.

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Crescente fique cheia


Lua crescente 
como a gente 
não vejo a hora 
de ficar cheia 
                 a lua
e teu orgulho
                 besteira.

Gastada na lua.



Estávamos lá
                      Olhando a lua da janela de meu quarto
A porta fechada
                           Nada atrapalhava.
                           Apenas o fato de que acordei,
                                                                   a porta  estava aberta
                                                                   e da minha janela não se via a lua.
                           

domingo, 16 de dezembro de 2012

Não se esconda


Conversas frequentes
Assuntos correntes
Percebi que tu gosta
Mas não pode falar
Diz verdades e se esconde atrás de um “to zuando”
Joga palas e disfarça com um “kkkkkkkkkkk”
Gosta das minhas falas besteiras
Mas diz que sou besta, pra eu não desvendar.
Desvendar que na verdade
Tu querias a liberdade de poder falar.

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Espero


Pode ser coisa da minha cabeça
Mas acho que não
Não sou só eu que penso assim
Dizem pra mim
Mas eu mando parar
E digo que não!
Eu queria acreditar que sim
Mas não quero
Não quero me iludir
Entende?
Se demonstrasse um pouco
Seria mais fácil, mas...
Eu espero
Espero o tempo que for
Pra cair tua ficha
De que quem você precisa
Sou eu. 

sábado, 8 de dezembro de 2012

Surreal


O dia foi lindo, surreal
Nada estava normal
Queria que estivesse lá
Ao mesmo tempo, não queria pensar.

domingo, 2 de dezembro de 2012

Uma falsa corajosa


Foi uma conversa séria, sem meias palavras
Já devia a tempo ter lhe mandado essas palas
Eu tinha medo, de tu se afastar
Por medo de eu me equivocar
Não fique. Não mordo.
E caso aconteça alguma coisa eu corro
Pareço corajosa
Mas no fundo sou medrosa
Tudo que te digo é verdade
Mas não acaba muito em felicidade
Amar, talvez seja legal
Ajuda a escrever e tal
Quando nas palavras não se vê um bom resultado
É normal ficar desencorajado
Sei que tu não quer e nunca vai querer
E talvez, eu deva te esquecer
Mas também sei que o contato é bom
E talvez seja por isso, que não quero lhe perder.

sábado, 1 de dezembro de 2012

CORES



Foram fases de cores
Eu amava o AZUL
Todo azul era lindo
Todos me atraiam
Tive fase de gostar de AMARELO
Mas nem era por gostar
Era por querer curtir o mesmo que uma prima mais velha
E agora?
A fase ROSA
Há quem procure o tom
Mas talvez já tenha encontrado
Só não queira admitir, por achar que é bobeirinha.
Ainda gosto do azul, mas um azul digno de ser percebido.